Relembrando…

20/02/2014

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Revivendo momentos… A primeira mamada do B, imediatamente após seu nascimento. Mais que um direito (da mãe e do bebê), é altamente recomendado que o RN seja amamentado na primeira hora após o parto! O ato reduz a mortalidade neonatal, nutre, protege, estimula e fortalece o vínculo entre mãe e filho. Portanto, mamãe – a não ser que haja intercorrência médica que impossibilite esse momento tão sublime – não deixem que te impeçam de oferecer leite materno ao seu filhote tão logo ele nasça

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Novidades na Santa Casa de BH!

19/02/2014

Olha aí, gente!!

 

Notícia fresquinha, publicada no Jornal Estado de Minas hoje (19.02):

 

Santa Casa [Hospital de Belo Horizonte] inaugura unidade de registro civil; bebês podem sair do hospital com documento.

 

 

O Tribunal de Justiça de Minas Gerais também divulgou a novidade, ressaltando, pelas palavras do juiz auxiliar da Corregedoria, Roberto Araújo Silva, que a medida trará mais agilidade e segurança para pais e filhos, evitando deslocamento até  o cartório competente para que a criança seja registrada. 

 

  O documento em questão é a certidão de nascimento. Bacana e prático, né?!

 

 

 

 

 

 

 

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Atenção, servidoras públicas contratadas e nomeadas!

17/02/2014

Ei gente! O post de hoje foi feito especialmente para as gravidinhas, “tentantes” ou adotantes contratadas pela Administração Pública por prazo determinado ou ocupantes de cargos comissionados de livre nomeação e exoneração, ou seja, aquelas que não se submeteram a concurso público para compor o quadro funcional público.

servidora Adm. Pub.

 

Teriam essas mamães direito à licença-maternidade e à estabilidade provisória (desde a confirmação da gravidez até cinco meses após o parto)?

 

 

 

Esse debate vem sendo travado em vários Tribunais pelo Brasil afora, tendo chegado ao STF, instância máxima de justiça no nosso País, onde reconheceu-se a repercussão geral do assunto.

 

Para explicar melhor, vou exemplificar a situação a partir de duas hipóteses distintas, mas que tratam, no fim, do mesmo dilema:

 

1) “Maria” foi contratada temporariamente – pelo prazo de 6 meses – como enfermeira do posto de saúde do Município “Fim de Mundo”.

 

2) “Joana” foi nomeada pelo Prefeito de “Cafundó” como Secretária Municipal de Governo.

 

Ambas, no exercício das funções para as quais foram, respectivamente, contratada e nomeada, descobrem que estão grávidas.

 

As futuras mamães, familiares e amigos estão radiantes com a notícia, maaaaas… parece que os “chefes” não gostaram muito da visita da cegonha.

 

Sabendo da novidade por terceiros, o Secretário Municipal de Saúde de “Fim de Mundo” imediatamente crê que Maria não mais atenderá aos excepcionais interesses públicos, resolvendo pela rescisão imediata de seu contrato de trabalho.

 

Por sua vez, Joana comunicou pessoalmente o fato ao Prefeito de “Cafundó”, que a parabenizou e nada disse sobre sua permanência no cargo comissionado. Só que, tão logo “Junior” nasceu, sem mais nem menos, Joana foi prontamente exonerada.

 

Resumo: Maria (contratada temporariamente) e Joana (nomeada para cargo comissionado) descobrem-se gestantes durante o exercício de suas funções, sendo que a primeira teve seu contrato imediatamente rescindido e a segunda foi exonerada somente após o nascimento do filho.

 

Repito a pergunta feita no início do post: teriam essas mamães direito à licença-maternidade e à estabilidade provisória?

 

Embora não haja dispositivo constitucional ou legal expresso quanto ao assunto, observa-se que as decisões judiciais têm reconhecido tais direitos a essas especiais servidoras públicas, contra o que lutam entes e órgãos da Administração Pública, infelizmente.

 

Os fundamentos comumente utilizados para a negativa são a precariedade da ligação profissional dessas servidoras, sendo que tanto os contratos temporários quanto as nomeações podem ser desfeitos conforme a conveniência e desejo do gestor público, respectivamente, sem que a extinção da relação funcional gere quaisquer direitos àquela dispensada.

 

Ocorre que os Tribunais Superiores (STJ e STF) já reconhecem que, ainda que não seja cabível a reintegração tais servidoras aos cargos que ocupavam, elas têm, sim, direito à estabilidade provisória e licença-maternidade até cinco meses após o parto. Assim, voltando aos nossos exemplos, à Joana e Maria seria assegurada indenização correspondente às vantagens financeiras pelo período da estabilidade, uma vez que a dispensa e a exoneração deram-se no período compreendido entre a confirmação da gravidez até cinco meses após o parto.

 

O Governo de Minas Gerais já regulamentou o assunto, garantindo a todas as servidoras de seu quadro funcional a licença maternidade, mas, ao que parece, não banca a estabilidade, lamentavelmente.

 

Então, já sabem: se estão grávidas, acabaram de ter seus bebês ou, ainda, concluíram o processo de adoção, vocês, mamães nessa condição profissional, não só têm direito à licença maternidade, como também fazem jus ao período de estabilidade (ou no exercício de suas funções ou indenizado), que estende-se até cinco meses após o parto.

 

Qualquer violação de direitos pode ser reclamada judicialmente através de advogado de sua confiança, ok?!

  

 

 

 

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Educação infantil: nada de “matar” a aula dos pequenos!

04/02/2014

Pois é! A nova regra já vale para esse ano e vem ditada pela Lei nº 12.796/2013, que alterou a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei nº 9.394/1996, chamada LDB), ao assim dispor, em seu art. 31, IV:

 

A educação infantil será organizada de acordo com as seguintes regras comuns:

(…)

IV – controle de frequência pela instituição de educação pré-escolar, exigida a frequência mínima de 60% (sessenta por cento) do total de horas”.

 educacao-infantil

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Vagas de estacionamento preferenciais

03/02/2014

vagas preferenciaisMuitos municípios, como é o caso de SP e tantos outros, já asseguram estacionamento preferencial em shopping center, centros comerciais e supermercados, para gestantes e pessoas com crianças de colo. Em BH ainda não temos direito a essas vagas especiais, mas já há projeto de lei nesse sentido, de autoria do Vereador Juliano Lopes. E na sua cidade? Como é?

 

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