O pesadelo chamado APLV e seus aspectos jurídicos

31/01/2014

A prevalência de crianças com APLV varia entre 2 a 7,5%, sendo muito importante o diagnóstico correto para evitar a exposição da criança a restrições alimentares desnecessárias e desgaste da família”. Citação de conteúdo do “Protocolo de normatização da dispensação de fórmulas especiais para crianças com alergia à proteína do leite de vaca na rede SUS-BH”, disponível em portalpbh.pbh.gov.br/pbh/e…cp/files.do?evento=download…aplv.pdf, consultado em 20.12.2013, às 15h50min.

Bella-Gabri-Gabi

Gente, após esse recesso de fim/início de ano, volto com assunto sério em pauta, sobre a saúde das crianças. Hoje eu falo sobre APLV (alergia à proteína do leite de vaca), intolerância que pode manifestar-se desde o nascimento até os dois primeiros anos de vida, podendo ou não desaparecer no decorrer do tempo (o que ocorre em 90% dos casos).

Antes de continuar, lembro a vocês que o objetivo aqui não é tratar de forma detalhada dessa alergia, sintomas, tratamentos, etc, mesmo porque nem tenho qualificação técnica para isso. O foco desse espaço é trabalhar os aspectos jurídicos que envolvem o assunto. Tendo isso em mente, explico então qual será a abordagem pelo “Maternidade Legal”.

Deixe seu comentário

O seu endereço de email não será publicado Campos obrigatórios são marcados *

Você pode usar estas tags e atributos de HTML: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>

Maternidade Legal . Todos os direitos reservados. 2014.